Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Deves ter gamado a roupa a um colega da mulher!

Ao procurar o site do meu amigo Nuno Gonçalves, encontrei esta notícia do Correio da Manhâ e foi com espanto que vi o Rui vestido como um técnico de laboratório.

Foi então que me surgiu a seguinte pergunta: Tu gamaste a roupa a um colega da mulher?

Ou a piada: Qual a semelhança entre um técnico de laboratório e um tipo que mostra livros antigos num leilão? A ROUPA!

Ai, que barrigada de riso!

Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

Análise à "Alegoria dos Coelhos" de Francisco Louçã

Já há algum tempo que as palavras de Franciso Louçã na Convenção do BE me causam alguma inquietação.

Falo, nomeada e mormente, da alegoria dos coelhos, segundo a qual :

"Alguém já viu o capital a produzir? Imaginem dois coelhos numa cova, se forem de sexo diferente, de certeza que vão sair coelhinhos, mas se puserem duas notas de cem euros, imaginam que vão sair notas de vinte? O capital nada faz. Agora é tempo de devolverem a quem deu a sua vida ao trabalho"

Parece-me, salvo melhor entendimento, que Francisco Louçã foge da doutrina do BE no que concerne aos homossexuais ao afirmar que apenas coelhos de sexo diferente podem (re)produzir. Significa  que, a contrario sensu, se ambos fossem do mesmo sexo seria uma relação improdutiva (tal como as notas de 100 euros).

Ora, onde é que eu já ouvi algo deste género, hum...

Ah, já sei, foi o secretário da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP).

Eh diabo...

Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

Oh não mais...

uma vez parece que o PS vai ganhar as eleições!

Agora percebo porque é que querem fazer a vontade aos homossexuais: só mesmo quem gosta de ser enr***do é que aceita manter as coisas como estão!

Às armas...

P.S.: Este pensamento não é nenhum ataque pessoal à pessoa do Sr. 1º Ministro nem proferido por nenhum militante do PSD.

Domingo, 1 de Fevereiro de 2009

Private Joke

E Cayman aqui tão perto...

Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Novos itens

No lado direito foram inseridas duas mini-aplicações e no fundo da página um motor de busca.
Da Google claro! Não queria que me fechassem a porta.
No lado direito temos em cima alguns vídeos dos Skillet e em baixo dos Kamelot.
Tentarei mudar os grupos pelo menos uma vez por semana.
Não visualizei todos os vídeos. Se houver algo errado escrevam. A gerência agradece.

Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

Oh não, mais...

um documento a apresentar na sequência da compra de uma casa.

Viva o SIMPLEX.

Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

Sensibilidade masculina

Recebida hoje por mail.
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DIÁRIO DELA:
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Ele ficou esquisito a partir de sábado à noite. Tínhamos combinado encontrarmo-nos num bar para beber um copo antes de jantar.
Andei às compras a tarde toda com as amigas e pensei que o seu comportamento se devesse ao meu atraso de vinte minutos. Mas não. Nem sequer fez qualquer comentário, como lhe é habitual. A conversa e o sítio não estavam muito animados, por isso propus irmos a um lugar mais íntimo para podermos conversar mais tranquilamente.
Fomos a um restaurante caro e elegante. A comida estava excelente e o vinho era de reserva. Quando veio a conta, ele nem refilou e continuava a portar-se de forma bastante estranha. Como se estivesse ausente. Tentei rodar os assuntos para fazer com que se animasse mas em vão. Comecei a pensar se seria culpa minha ou outra coisa qualquer. Quando lhe perguntei, disse apenas que não tinha nada a ver comigo. Mas não me deixou convencida.
No caminho para casa, já no carro, disse-lhe que o amava. Ele limitou-se a passar o braço por cima dos meus ombros, de forma paternal e sem me contestar. Não sei como explicar a sua atitude, porque não disse que me queria como faz habitualmente. Simplesmente não disse nada. Começo a ficar cada vez mais preocupada.
Chegámos por fim a casa e, nesse preciso momento, pensei que ele me queria deixar. Tentei fazer com que falasse sobre o assunto mas ele ligou a televisão e ficou a olhá-la com um ar distante, como que a fazer-me ver que tudo tinha terminado entre nós. O silêncio cortado pelo filme era sufocante.
Por fim, desisti e disse-lhe que ia para a cama. Mais ou menos dez minutos depois, ele entra no quarto e deita-se a meu lado. Para enorme surpresa minha, correspondeu aos meus beijos e carícias e acabámos por fazer amor. Não foi tão intenso como normal mas ele pareceu gostar. Apesar de continuar com aquele ar distraído que tanto me aflige.
Depois, ainda deitada na cama, resolvi que queria enfrentar a situação e falar com ele o quanto antes. Mas ele já tinha adormecido. Comecei a chorar e continuei a fazê-lo pela noite dentro, até adormecer quase de manhã. Estou desesperada, já não sei o que fazer.
Estou praticamente convencida que os seus pensamentos estão com outra.
A minha vida é um autêntico desastre!
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DIÁRIO DELE:
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O Benfica perdeu! Pelo menos dei uma queca......!

Domingo, 4 de Janeiro de 2009

Parabéns a você...

Faz hoje dois anos que o blogue foi criado.

Sábado, 27 de Dezembro de 2008

Oh não mais...

... uma vez a "Música no Coração" na época natalícia!

Lá apanhamos com o edelweise e o edelwense

Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

Para todos aqueles que por aqui passam...

... o Communis Opinio deseja um Santo Natal e um ano de 2009 bem vivido.

Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008

Recordar outros natais (I)

Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008

Prenda do sapatinho...

... ou não. Neste jogo.

Domingo, 14 de Dezembro de 2008

Eh pá tou farto disto, vamos mudar o escritório

Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

Oh não, mais...

... um desfile de pais natal de bicicleta, em que ninguém foi atropelado.

Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008

Oh não, mais...

... uma "gaffe" do simplex.
Eu explico.
Sexta-feira recebi a carta para proceder ao levantamento do Cartão de Cidadão.
A carta é daquelas fechadas com picotado, e dentro tem, digamos, um anexo destacável, onde constam os códigos pessoais, e no qual advertem para destacar e guardar tal anexo. A carta deve ser apresentada no acto do levantamento do cartão.
Assim o fiz. Destaquei o anexo, que guardei numa gaveta e pus a carta no bolso do casado para hoje ir então levantar o cartão.
Chegado ao Serviço de Identificação Civil, fui atendido por uma funcionária, simpática, que me sentou junto do computador onde primeiramente tinham sido inseridos os meus dados e muito sorridente pergunta-me:
- "Trouxe os códigos consigo?"
Ao que eu respondei que não uma vez que na carta dizia para destacá-los e guardá-los em lugar seguro.
A rapariga, disse-me então que, já não era a primeira pessoa a que isto acontecia, mas que precisava dos códigos para proceder à activação, advertência que não constava na dita carta.
Moral da história: tenho que lá voltar amanhã.
Ai simplex, simplex...